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Machine Learning é a área da Inteligência Artificial que ensina sistemas a aprender a partir de exemplos. Em vez de seguir regras programadas manualmente, modelos analisam dados, identificam padrões, testam hipóteses e melhoram suas previsões com o tempo.

É o que permite que plataformas recomendem produtos, filtros anti-fraude detectem transações suspeitas, sistemas priorizem tickets automaticamente e modelos classifiquem imagens, textos e comportamentos em grande escala.

Como aplicar Machine Learning na prática

ML funciona bem quando existe um problema claro, dados históricos suficientes e uma métrica objetiva de sucesso. Alguns usos comuns:

Retenção de clientes
Previsão de churn a partir do comportamento do usuário, frequência de uso, reclamações e interações anteriores.

Pricing baseado em demanda
Modelos que ajustam preços de forma dinâmica, considerando sazonalidade, concorrência e padrões históricos.

Classificação de tickets
Triagem automática por tema, urgência e sentimento, reduzindo tempo operacional.

Detecção de anomalias
Identificação de transações, comportamentos ou logs fora do padrão — útil em segurança, operações e finanças.

Requisitos mínimos para trabalhar com ML

  • Um problema bem definido

  • Dataset consistente (idealmente a partir de 1.000 registros)

  • Métrica de sucesso clara (precisão, recall, ROI, redução de tempo etc.)

  • Dados limpos e estruturados

  • Contexto operacional para validar resultados

Quando NÃO usar Machine Learning

Algumas situações não justificam o uso:

  • Poucos dados (menos de ~500 exemplos)

  • Problemas resolvidos com regras simples

  • Cenários que exigem transparência total

  • Ambientes onde erros têm impacto crítico

Machine Learning é poderoso, mas não é solução universal. Ele funciona quando há dados, contexto e objetivo mensurável.

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